Este novo método de imagem aproveita as propriedades naturais dos átomos existentes no corpo humano para criar uma imagem diagnóstica. É por isso um método inócuo que não utiliza radiação ionizante como acontece com os raios X que são a fonte da imagem por exemplo da Tomografia Computorizada. A imagem por Ressonância Magnética explora a mini-magnetização natural do átomo mais abundante do corpo humano, o hidrogénio o qual contém apenas um protão e apresenta por isso um pequeno momento magnético. O contraste entre os diversos tecidos do corpo humano ( normais e patológicos ) é assim criado em função do número de átomos de hidrogénio existentes num determinado tecido e do meio onde se encontram. São hoje muito diversas as aplicações clinicas da Ressonância Magnética destacando-se entre as mais importantes o estudo do crâneo, coluna e do sistema musculo-esquelético.

 








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Última alteração a 02-03-17